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Desemprego recua para 8,7% e atinge menor taxa desde dezembro de 2015.




Apesar das dificuldades, dentre guerra e pandemia, que afetam o mundo todo, o Governo Bolsonaro vem quebrando recordes na geração de empregos.

A taxa de desemprego recuou no terceiro trimestre de 2022, chegando a 8,7%, o que equivale a 9,5 milhões de brasileiros. Com isso, o índice atingiu o menor patamar desde o trimestre encerrado em dezembro de 2015, quando a taxa de desocupação foi de 8,4%. Os dados foram obtidos pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua e divulgados nesta quinta-feira, 27, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A taxa mostra também uma queda de 0,6% em relação ao último trimestre, quando 9,3% da população estava desempregada. Já em relação ao terceiro trimestre de 2021, quando a taxa foi de 12,6%, a queda é de 3,9%. A taxa de população ocupada chegou a 99,3 milhões, mostrando alta de 1% (1 milhão) em relação ao semestre anterior e atingindo o recorde da série iniciada em 2012. O número de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado apresentou estabilidade em relação ao último trimestre, chegando a 13,2 milhões, que também é o recorde da série histórica. A taxa de informalidade caiu para 39,4% da população ocupada, mostrando uma queda de 0,6% em relação ao trimestre anterior, quando o índice foi de 40%.

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