Jornalista dinamarquesa faz sexo durante reportagem sobre clubes de swing



"Reabertura de clubes libertinos: uma jornalista dinamarquesa se envolve... de corpo e alma", é a manchete do jornal Le Parisien de hoje. Numa reportagem sobre a reabertura dos clubes swingers na Dinamarca com o relaxamento das restrições sanitárias pela pandemia, uma jornalista realizou uma reportagem entrevistando clientes enquanto fazia sexo com eles.

A reportagem foi transmitida em um jornal matinal de uma rádio na segunda-feira (24), e repercutiu na Europa dias depois. "Minha participação oferece uma visão de um mundo que raramente vemos por inteiro", declarou a repórter.

O Le Parisien conta que a reportagem foi ao ar às 8h40 da manhã, antecedida por uma mensagem do apresentador, especificando que haveria barulhos de atos sexuais e sugerindo que as orelhas mais sensíveis deveriam se afastar.Em uma primeira visita ao clube, a jornalista aprende as regras de comportamento no local e entrevista pessoas em pleno ato sexual. Em uma segunda vez, a repórter decide ela mesma entrar no jogo."Pode me descrever o que você está vendo no momento?", ela pergunta a seu parceiro, em meio a sons explícitos e comentários picantes.

A chefe da jornalista aprovou a aventura. "É muito bom quando nossos repórteres tentam fazer um jornalismo diferente", diz Tina Kragenlund, responsável pela programação da Radio 4, citada por Le Parisien.

Em entrevista a um jornal local, a repórter explica que "os clubes de trocas de casais são um tabu desde a reabertura".

Nesta nova fase de relaxamento das medidas de precaução contra a pandemia de coronavírus, clubes de trocas de casais e libertinos puderam abrir suas portas na Dinamarca na última sexta-feira (21), após meses de fechamento.

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