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Influenciadores são investigados por movimentar milhões em rifas ilegais




A Polícia Civil do Tocantins deflagrou uma operação contra três influenciadores digitais denunciados pelo Ministério Público do Estado por causa da realização de rifas ilegais nas redes sociais.

O MP estima que Evoney Fernandes Macedo, Hitalon Silva Bastos e Fábio Oliveira Neto movimentaram, em menos de um ano, cerca de R$ 4,5 milhões em 36 rifas.

De acordo com informações do G1, Evoney foi o que mais lucrou com os sorteios que distribuiam celulares, vídeo games e valores em espécie. Cada sorteio gerava cerca de R$ 200 mil de arrecadação. A operação foi chamada de “Tá no Grale” em referência ao bordão usado por Evoney Fernandes.

A investigação ainda destaca que algumas das rifas não tiveram o vencedor anunciado pelos realizadores.

A realização de rifas é caracterizada com contravenção pela prática de loterias não autorizadas. Uma autorização da Secretaria de Avaliação, Planejamento, Energia e Loteria, do Ministério da Economia (Secap) é necessária para a realização de forma legal.

Leia a nota na íntegra enviada pela assessoria do humorista Evoney Fernandes ao g1:

Em relação a operação policial denominada “Tá no Grale”, bordão usado por EVONEY FERNANDES, informamos que ele está à inteira disposição de todas as autoridades investigativas para prestar os esclarecimentos que se fizerem necessários. Ao que se colhe, não se cuida de crime, visto que a investigação diz respeito à realização de rifas, o que, acaso confirmado, se enquadra na hipótese legal de contravenção penal. Todos os bens de EVONEY FERNANDES foram adquiridos de forma lícita, são registrados em seu nome e declarados às autoridades competentes. Tão logo seja oportunizado o contraditório, os fatos serão devidamente esclarecidos. O artista se encontra no interior do Maranhão cumprindo agenda de shows normalmente. Estamos sempre à disposição.

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